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Migalhas: Provimento 255 do CNJ e o executado que a Consolidação esqueceu, na análise de Daniela Poli Vlavianos e Alessandro Meliso Rodrigues
Em artigo publicado no Migalhas de Peso sobre o Provimento 255 do CNJ, a advogada Daniela Poli Vlavianos, ao lado de Alessandro Carlo Meliso Rodrigues, analisa a criação de unidades de pesquisa patrimonial pelo Judiciário e aponta que a norma não resguarda expressamente o direito do executado de contraditar as provas e de invocar suas proteções legais. Segundo os autores, o provimento dá ao juízo um aparato investigativo inacessível ao devedor, que passa a ter de se defender,
há 6 horas1 min de leitura
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