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Finsiders Brasil: deepfakes, fraudes em contratos e a validação de identidade nas fintechs, na análise de Daniela Poli Vlavianos

  • 9 de jul.
  • 1 min de leitura

Em reportagem do Finsiders Brasil sobre o uso de deepfakes para viabilizar fraudes em contratos — golpes que, segundo a empresa de verificação de identidade Sumsub, cresceram 126% no Brasil em 2025, concentrando cerca de 39% dos casos na América Latina —, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre a falsificação de identidade por Inteligência Artificial nas negociações.

Daniela alerta que a tecnologia permite ao criminoso simular a voz, a imagem e a autoridade de um representante legítimo, transformando a fraude documental em uma fraude de confiança. Na prática, a manipulação pode ocorrer antes da assinatura — com documentos e reconhecimento facial adulterados — ou durante a execução do contrato, por meio de ordens de pagamento e pedidos falsos de alteração de dados cadastrais.

“Em uma negociação contratual realizada por videoconferência, por exemplo, um criminoso pode simular a presença de um representante legal da empresa. Assim, induz a outra parte a acreditar que está celebrando um contrato válido.”

Para a advogada, contratos de maior relevância financeira devem contar com etapas adicionais de validação de identidade, especialmente quando houver alteração de dados cadastrais, mudança de representantes legais ou movimentações incompatíveis com o perfil do cliente — uma lógica de segurança em camadas que combina governança, tecnologia, revisão humana e controles transacionais.

Leia a matéria completa no Finsiders Brasil: acesse aqui.

Finsiders Brasil — 9 de julho de 2026.

Daniela Poli Vlavianos — OAB/SP 143.957.

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