top of page

Viva: empreender depois dos 50 e a segurança jurídica do novo negócio

  • 27 de jun.
  • 1 min de leitura

Em reportagem do portal Viva sobre o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre o avanço do empreendedorismo entre profissionais acima dos 50 anos e sobre os cuidados jurídicos indispensáveis a quem decide abrir o próprio negócio.

Segundo Daniela, o empreendedorismo maduro funciona como instrumento de autonomia econômica: permite que profissionais experientes utilizem seu conhecimento de forma independente, seja abrindo uma empresa, seja por meio de consultorias ou franquias. Ela pondera, contudo, que a escolha entre negócio próprio e franquia depende do perfil do empreendedor — de sua tolerância ao risco, da capacidade financeira e do conhecimento do mercado — e exige atenção redobrada aos contratos, às taxas e às regras previstas na Circular de Oferta de Franquia (COF).

A advogada reforça que empreender não começa com a abertura da empresa, mas com um plano consistente e juridicamente seguro. Entre os cuidados essenciais, destaca a análise do regime tributário e do modelo societário, a proteção da marca e, sobretudo, a separação entre as finanças pessoais e as empresariais desde o início — organização que, segundo ela, sustenta o negócio e reduz riscos patrimoniais.

“A decisão ideal costuma ser aquela que equilibra paixão, viabilidade econômica e planejamento estratégico”, avalia a sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados.

Viva — 27 de junho de 2026

Daniela Poli Vlavianos — OAB/SP 143.957

Comentários


© 2026 por Poli & Associados Advogados. 

bottom of page