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Portas: correção mensal pelo INCC em imóvel na planta e o prazo mínimo de 36 meses, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do portal Portas sobre a correção mensal pelo INCC em contratos de imóveis comprados na planta, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre quando esse reajuste é permitido e o que o comprador deve conferir no contrato. Daniela explicou que o art. 46 da Lei nº 10.931/2004 admite a previsão de reajuste mensal em contratos com prazo mínimo de 36 meses, de modo que, em prazos menores, a periodicidade da correção
há 7 horas1 min de leitura


Portas: atraso nas obras da Cury, prazo de tolerância e os direitos do comprador, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do portal Portas sobre os empreendimentos da Cury Construtora com entrega atrasada, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre a partir de quando a construtora entra em mora, o que o comprador pode exigir e como se resguardar diante do atraso na entrega do imóvel. Daniela explicou que a legislação admite prazo de tolerância de até 180 dias corridos para a entrega, desde que previsto de forma clara e destacad
22 de set.2 min de leitura


Diário do Comércio: quantas mensagens o cliente pode receber antes de comprar e os limites do CDC, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do Diário do Comércio sobre um levantamento que relaciona o número de interações do consumidor com a taxa de conversão de vendas, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados e especialista em direito do consumidor, foi ouvida sobre até onde vai a abordagem comercial legítima e em que ponto ela passa a ser abusiva. Daniela afirmou que não existe um número de mensagens que possa ser considerado ideal para todas as relações de co
19 de set.2 min de leitura


InfoMoney: Dia do Cliente, golpes em promoções e a responsabilidade das empresas, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do InfoMoney sobre os direitos do consumidor nas promoções do Dia do Cliente, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre como identificar empresas suspeitas, como denunciar ofertas e cobranças irregulares e o que fazer depois de cair em um golpe. Daniela orientou que, diante de uma atividade suspeita, o primeiro passo é reunir e preservar todas as provas da oferta e da contratação — capturas de tela, anúncio
17 de set.2 min de leitura


Portas: greve da Caixa, prazos do contrato e o financiamento imobiliário travado, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do portal Portas sobre os efeitos da greve da Caixa Econômica Federal nos financiamentos imobiliários, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre quais etapas do processo podem travar, o que acontece com os prazos do contrato de compra e venda e como o comprador deve se resguardar. Daniela explicou que as etapas automatizadas e o acompanhamento da proposta pelos canais digitais tendem a seguir funcionando, m
15 de set.2 min de leitura


Exame: apartamento enquadrado como HIS, dever de informação e o valor do imóvel, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem da Exame sobre o comprador que descobriu, anos depois, que seu apartamento estava enquadrado como Habitação de Interesse Social (HIS), a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre o dever de informação na comercialização da unidade e sobre os reflexos dessa restrição no valor do bem. Para Daniela, o enquadramento como HIS deveria ter sido informado ao comprador justamente porque interfere no valor econômico do
15 de set.1 min de leitura


Terra: faixas “se você apoia, buzine” e os limites do uso da buzina, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do portal Terra sobre as faixas de campanha com a frase “Se você apoia, buzine!”, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre os limites do uso da buzina no trânsito e sobre a possibilidade de multa ao motorista que buzina para demonstrar apoio a um candidato. Daniela explicou que a buzina tem finalidade específica na legislação de trânsito: é instrumento de advertência e de segurança, e não forma de manifest
7 de set.1 min de leitura


Olhar Digital: cartão clonado, golpes financeiros e a responsabilidade dos bancos, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do Olhar Digital sobre cartão clonado e as novas formas de fraude financeira, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre a responsabilidade dos bancos e os direitos do consumidor vítima de golpe. Do ponto de vista jurídico, Daniela explica que a clonagem consiste no uso das informações roubadas para realizar operações financeiras sem autorização do titular, enquanto o roubo de dados é um conceito mais amplo
7 de jul.2 min de leitura


Viva: empreender depois dos 50 e a segurança jurídica do novo negócio
Em reportagem do portal Viva sobre o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto & Andreghetto Advogados, foi ouvida sobre o avanço do empreendedorismo entre profissionais acima dos 50 anos e sobre os cuidados jurídicos indispensáveis a quem decide abrir o próprio negócio. Segundo Daniela, o empreendedorismo maduro funciona como instrumento de autonomia econômica: permite que profissionais experiente
27 de jun.1 min de leitura


Debate Jurídico: dívida prescrita em plataformas de negociação e os limites da cobrança, na análise de Daniela Poli Vlavianos
Em reportagem do Debate Jurídico sobre o crescimento das ações de dano moral ligadas à inclusão de dívidas em plataformas digitais de negociação, como Serasa Limpa Nome e Acordo Certo, a advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, foi ouvida sobre os limites do exercício regular do direito de cobrança. Para Daniela, a mera inclusão de dívidas já prescritas nessas plataformas é abusiva, ainda que não haja cobrança ativa nem negativação formal do CPF.
10 de abr.1 min de leitura
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